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12 Animes com Conteúdo Maduro que Podem Gerar Conforto em Sessões Familiares

Animes que podem gerar situações constrangedoras ao serem assistidos com a família

As animações japonesas abrangem uma enorme variedade de histórias e estilos, e muitas pessoas começam a acompanhar por meio de obras mais leves, como as longas aventuras shounen ou os clássicos infantis. Com o tempo, é comum os fãs explorarem títulos mais ousados, que abordam temas adultos de forma direta.

Algumas dessas produções incluem cenas ou ideias que podem criar situações bastante embaraçosas se você estiver assistindo junto com a família, especialmente com os pais. Não significa que sejam ruins, muitas possuem qualidade narrativa, mas o conteúdo maduro acaba gerando momentos em que todos preferem mudar de assunto.

Gushing over Magical Girls

Gushing Over Magical Girls narra a história de uma garota que admira heroínas mágicas, mas acaba se unindo ao lado das vilãs e descobre prazer em dominar as heroínas. A premissa inverte o gênero mahou shoujo tradicional, mesclando paródia com elementos de ação e comédia.

O conteúdo é extremamente explícito, com forte ênfase em fetiches como BDSM, masoquismo e interações lésbicas carregadas de erotismo. As transformações e confrontos são repletos de cenas sugestivas, humilhação e prazer derivado da dor, tudo apresentado sem filtros. Assistir a isso com a família é praticamente inviável para a maioria das pessoas.

Kill la Kill

Kill la Kill acompanha uma estudante em busca de vingança pela morte do pai em uma escola dominada por uniformes com habilidades especiais. O enredo mistura ação intensa com críticas sociais, mas o visual chama muita atenção logo de início. Os uniformes se transformam de maneira que deixam os personagens quase sem vestimentas, o que serve para discutir vergonha e poder, mas acaba sendo o foco principal para quem assiste pela primeira vez.

O fanservice é constante, com poses exageradas e cenas que destacam o corpo das personagens de forma bem explícita. Isso não é apenas um detalhe, pois faz parte da identidade da obra, mas também afasta quem espera algo mais contido. Muitos episódios possuem momentos que parecem feitos para chocar ou divertir de maneira provocativa.

Yosuga no Sora

Yosuga no Sora segue irmãos que retornam para a casa do avô no interior após perderem os pais. A narrativa é dividida em arcos, cada um explorando possíveis relacionamentos do protagonista com diferentes garotas, incluindo a própria irmã.

O ponto mais polêmico é o arco final, que desenvolve um relacionamento romântico e sexual explícito entre os irmãos. Há cenas de sexo, nudez e um tom que aborda o incesto como algo trágico, mas ainda assim consumado. Essa é uma das produções que mais geram rejeição imediata em contextos familiares.

High School DxD

High School DxD acompanha um estudante comum que morre e renasce como demônio, ingressando em um mundo de batalhas entre anjos, demônios e outras criaturas. A premissa é de ação e comédia, com um protagonista cercado por garotas que formam seu harém. O humor gira bastante em torno de situações picantes.

A produção não economiza em cenas de nudez parcial, piadas sexuais e roupas que mal cobrem os personagens. Isso aparece em quase todos os episódios, frequentemente sem relação direta com a trama principal. É um estilo que agrada um público específico, mas domina tanto que a história às vezes fica em segundo plano.

Fairy Tail

Fairy Tail acompanha um grupo de magos em uma guilda que vive aventuras, confrontos épicos e missões repletas de amizade e superação. A história é longa, com muitos personagens carismáticos e batalhas que seguem o estilo shounen clássico, valorizando laços e perseverança.

O fanservice é quase uma marca registrada, com roupas que se rasgam com frequência nas lutas, personagens femininas possuem figurinos bem reveladores e há cenas de banho ou situações embaraçosas recorrentes. Não é o foco principal, mas aparece tanto que se torna parte inevitável da fórmula.

Kakegurui

Kakegurui se passa em uma escola de elite onde os alunos resolvem tudo por meio de apostas de alto risco. A protagonista é uma garota obcecada por jogos de azar, e a obra mostra como ela manipula os adversários. O foco está na psicologia dos personagens e na tensão das partidas.

O que incomoda é a forma como o jogo é retratado, com os perdedores sofrendo consequências graves, e os vencedores reagem com um prazer quase doentio. As expressões faciais exageradas e os momentos de êxtase durante as apostas criam um tom perturbador.

Bakemonogatari (Monogatari Series)

A série Monogatari, começando com Bakemonogatari, gira em torno de um estudante que ajuda garotas afetadas por fenômenos sobrenaturais ligados a emoções reprimidas. A narrativa é cheia de diálogos longos, jogos de palavras e reflexões profundas sobre identidade e relacionamentos. O estilo visual é único, com cortes rápidos e texto na tela que reforçam o tom introspectivo.

O que mais chama atenção, e gera problemas, é o fanservice pesado e as interações carregadas de insinuações sexuais. Há cenas de banho, poses provocantes, diálogos repletos de duplo sentido e até momentos que beiram o incesto em arcos posteriores. Tudo isso é intercalado com a história principal, mas aparece com frequência suficiente para dominar a experiência de quem assiste casualmente.

Food Wars!: Shokugeki no Soma

Food Wars! acompanha um jovem cozinheiro que ingressa em uma academia de elite gastronômica e participa de duelos culinários. Cada prato é julgado por especialistas, e a animação detalha receitas e técnicas de cozinha com muita riqueza.

O problema surge nas reações dos jurados, pois quando provam algo bom, as cenas mostram roupas rasgando, gemidos e imagens que remetem a situações sexuais. Isso acontece em praticamente todo episódio de competição.

Redo of Healer

Redo of Healer mostra um curandeiro traído que volta no tempo para se vingar de quem o prejudicou. A história é centrada em retaliação extrema. O conteúdo inclui violência gráfica, abusos e cenas de vingança sexual explícitas, sem nenhum filtro.

No geral, Redo of Healer é uma das produções mais polêmicas nesse aspecto. Ninguém recomenda assistir com a família, pois o nível de brutalidade e temas sombrios torna qualquer sessão conjunta impensável.

Sora no Otoshimono

Sora no Otoshimono conta a história de um garoto que encontra seres angelicais vindos do céu, misturando comédia cotidiana com elementos de ficção científica. O tom é leve na superfície, mas cheio de piadas.

O fanservice é intenso, com situações constantes de roupas caindo, toques acidentais e humor centrado em constrangimento sexual. Isso ocupa grande parte do tempo de tela. Com a família, essas cenas repetitivas tornam a experiência inviável, porque o desconforto cresce a cada episódio.

Goblin Slayer

Goblin Slayer segue um aventureiro obcecado por eliminar goblins, em um mundo de fantasia semelhante a RPGs. A animação começa mostrando por que ele é assim, sem poupar detalhes. Os goblins cometem atrocidades brutais, incluindo violência sexual e assassinatos gráficos, especialmente no primeiro episódio.

É um tom de horror realista dentro da fantasia. Muitos acham o conteúdo perturbador demais, e o impacto inicial afasta quem não está preparado para animações com este tipo de conteúdo mais pesado e ousado.

To Love-Ru

To Love-Ru é uma comédia romântica onde um garoto comum acaba envolvido com alienígenas, resultando em situações de harém cheias de mal-entendidos. O humor vem dos acidentes constantes.

Quase todas as cenas engraçadas envolvem quedas, roupas rasgando ou posições comprometedoras. É fanservice puro, sem muita discrição. Com a família, esses momentos repetitivos criam um clima constrangedor que dificulta continuar assistindo juntos.

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