Ex-desenvolvedor revela que missão espacial de Halo: Reach quase foi cortada
Um ex-desenvolvedor da Bungie revelou que a icônica missão espacial de Halo: Reach quase não existiu. Niles Sankey, designer que trabalhou no jogo, contou que a equipe teve que ‘lutar com unhas e dentes’ para manter o combate espacial no título, após executivos da empresa quase eliminarem este elemento devido aos altos custos de produção.
A revelação surgiu quando Sankey comentou sobre um mod viral de Halo: Reach que permite aos jogadores participarem de combates espaciais entre naves. ‘Pode surpreender as pessoas que tivemos que lutar muito para manter o combate espacial em Reach’, escreveu o desenvolvedor em sua conta no X. ‘Os superiores da Bungie queriam cortar o combate espacial, o que não era irracional, já que os recursos e conteúdo necessários eram significativos’.
Sankey também revelou que originalmente havia planos para duas missões espaciais no game. A primeira, ‘The Long Night of Solace’, permaneceu e se tornou um dos momentos mais memoráveis do jogo. A segunda missão, que nunca saiu do papel, ocorreria antes da missão final e envolveria os jogadores indo ao espaço para consertar canhões orbitais antes de retornar à superfície para controlar armas de destruição massiva.
‘Adicionamos o canhão MAC embarcável no final da missão ‘Pillar of Autumn’ e consideramos encerrado. No final, eles nos deixaram manter a primeira missão espacial e acabamos usando-a como nossa revelação de gameplay na E3′, explicou o designer.
Desde ‘The Long Night of Solace’, o combate espacial não retornou à série Halo, embora Halo 4 tenha apresentado algumas seções de voo que se aproximam da experiência, mas ocorrem dentro da atmosfera do planeta. Com múltiplos jogos de Halo atualmente em desenvolvimento, fãs ainda esperam que esta mecânica retorne em futuras iterações da franquia.
Sankey também elogiou a comunidade de modders de Halo, afirmando que eles ‘criam conteúdos incríveis’ e desejando que a Microsoft ‘fosse capaz de criar conteúdo oficial de Halo que fosse metade tão legal’.
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