Comparações revelam desempenho do DLSS 4.5 em resoluções extremamente baixas
Novas comparações divulgadas por entusiastas nas redes sociais estão gerando curiosidade ao demonstrar o efeito do DLSS 4.5 em resoluções muito baixas, como 240p e 360p. Nos experimentos, os usuários diminuem consideravelmente a resolução do título e, ao habilitar o DLSS, a imagem retorna a algo notavelmente próximo do jogo executado em uma resolução superior.
Em capturas estáticas, o ganho de qualidade impressiona. Cenas desfocadas e com artefatos de compressão, que remetem a jogos clássicos, adquirem contornos mais nítidos, vegetação mais limpa e até pequenos detalhes ambientais que parecem improváveis para resoluções tão reduzidas. À primeira vista, o resultado transmite a sensação de um truque visual.
Na realidade, contudo, o DLSS não gera tudo a partir de um único quadro em baixa resolução. O mecanismo emprega uma combinação de dados, como vetores de movimento, profundidade, exposição, jitter e informações de quadros anteriores reprojetadas para a cena atual. É esse acúmulo de informações ao longo do tempo que permite ao algoritmo reconstruir partes da imagem e preservar o que faz sentido visualmente.
Ainda assim, existem limitações evidentes. Elementos finos, como fios, cercas, cabelos e água, tendem a se degradar durante movimentos bruscos. Interface e textos também permanecem com qualidade inferior quando a resolução de base é tão baixa, independente do perfil de DLSS selecionado.
Mesmo com essas restrições, os testes ajudam a exemplificar o quanto a tecnologia avançou desde o DLSS 1, lembrado por seu visual excessivamente borrado nas placas RTX da série 20. O mais interessante é que as versões mais recentes do DLSS ainda operam nessas GPUs mais antigas, embora modelos mais novos possam demandar um custo computacional maior.
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