Debate se intensifica após ‘Clair Obscur: Expedition 33’ conquistar múltiplos prêmios em premiação de jogos
A consagração de ‘Clair Obscur: Expedition 33’ como Jogo do Ano no The Game Awards 2025 reacendeu uma discussão que sempre surge quando um título domina a premiação: o jogo realmente mereceu tudo isso ou o reconhecimento foi exagerado?
O RPG francês entrou para a história ao vencer nove categorias, superando o recorde que antes pertencia a ‘The Last of Us Part II’, com sete vitórias em 2020. A conquista não veio do nada, ‘Clair Obscur’ já causava impacto desde o primeiro trailer, tanto pelo visual inspirado em arte surrealista quanto pela forma como misturou combate estratégico, timing de ações e uma atmosfera quase teatral.
Para muitos, o prêmio foi absolutamente justo. O jogo conseguiu entregar uma identidade artística rara, uma narrativa que foge do convencional e um sistema de combate de turnos que trouxe frescor ao gênero RPG em um ano particularmente competitivo. Além disso, o número de indicações, 13 no total, outro recorde, já indicava que ele era um dos favoritos antes mesmo da cerimônia.
Porém, como costuma acontecer em disputas tão acirradas, nem todo mundo concordou. Uma parcela da comunidade enxergou a vitória como exagerada, especialmente quando se olha para os concorrentes que ficaram pelo caminho. ‘Death Stranding 2: On the Beach’ trouxe uma direção autoral forte de Hideo Kojima, ‘Hades II’ evoluiu um dos roguelikes mais aclamados dos últimos anos, ‘Hollow Knight: Silksong’ carregava o peso de uma das maiores expectativas da década, ‘Kingdom Come: Deliverance II’ ampliou sua ambição com um RPG de extrema qualidade, e ‘Donkey Kong Bananza’ marcou o retorno de uma franquia clássica da Nintendo, adorada por muitos.
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