Escritora de Clair Obscur: Expedition 33 revela inspiração em séries de TV para narrativa premiada
A escritora principal de Clair Obscur: Expedition 33, Jennifer Svedberg-Yen, revelou que não encarou o desenvolvimento do título como se estivesse escrevendo um RPG tradicional, mas sim como um drama de uma grande emissora de TV. Esta abordagem diferenciada pode explicar por que o jogo, considerado um dos lançamentos mais aguardados de 2025, tem recebido diversos elogios por sua trama.
‘Eu não pensei nisso como escrever um RPG. Pensei quase como se estivesse escrevendo um drama de uma grande emissora de TV’, explicou Svedberg-Yen em entrevista a uma revista especializada. A roteirista, que nunca foi uma jogadora frequente de videogames, buscou inspiração em séries de televisão e livros para criar a narrativa aclamada de Clair Obscur: Expedition 33.
O sucesso do projeto pode estar ligado justamente à perspectiva externa que Svedberg-Yen e outros integrantes do time trouxeram para a produção. ‘Conseguimos trazer nossos próprios gostos e nossas próprias perspectivas que construímos ao longo da vida fora dos jogos, e trazer o melhor de outros mundos para o jogo’, afirmou.
A escritora, que é apaixonada por ficção científica e fantasia épica, incorporou elementos desses gêneros na ambientação do game. ‘Adoro ficção científica e fantasia épica que têm mundos imensos e imersivos e sociedades vibrantes, então peguei muito disso e coloquei no pano de fundo do jogo’, compartilhou.
A falta de experiência prévia no desenvolvimento de jogos também trouxe uma liberdade criativa incomum para a equipe. ‘Muitas vezes, não sabíamos o que não sabíamos. Há algumas coisas que outras pessoas nem pensariam, mas para nós, podíamos simplesmente dizer ‘Sim, por que não?’ e desafiar uns aos outros’, explicou Svedberg-Yen.
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