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No Rest for the Wicked Alcança Marco de Vendas e Anuncia Modo Cooperativo

No Rest for the Wicked pode parecer apenas uma versão artística de Diablo, mas na verdade é um soulslike com visão de cima para baixo — e um muito bom, de acordo com análises. Parece que a fórmula está dando certo, pois a desenvolvedora Moon Studios anunciou que o jogo vendeu um milhão de cópias no Steam em acesso antecipado. E ele está prestes a compartilhar pelo menos uma característica em comum com Diablo: o modo cooperativo para quatro jogadores.

O anúncio do modo cooperativo vem acompanhado de um trailer detalhado que mostra a funcionalidade e afirma que ela será lançada em 22 de janeiro. Ainda não experimentei o jogo sozinho ou em grupo, mas ver um grupo de heróis enfrentando um chefe colossal juntos certamente o torna mais atrativo. O modelo de cooperativo do jogo, detalhado em um vídeo explicativo da Moon Studios, é ‘semelhante a como os reinos funcionam no Minecraft, a única diferença sendo que você não precisa pagar por uma assinatura’.

Isso significa que, em vez de invasões no estilo de outros títulos, do mundo aberto quase-MMO de outros ARPGs ou dos sistemas de multiplayer onde um único arquivo de salvamento do jogador é usado, No Rest for the Wicked irá distinguir entre salvamentos persistentes de multiplayer e salvamentos offline de um jogador. A principal diferença entre isso e algo como outros RPGs cooperativos é que você pode entrar e fazer algum progresso, estejam seus amigos online ou não, mesmo que você não tenha sido o anfitrião do salvamento originalmente.

Espera-se que os grupos de jogadores tenham menos discussões do que as envolvendo o líder do estúdio, que recentemente celebrou o Ano Novo criticando um concorrente famoso como uma ‘máquina de microtransações’ enquanto debatia publicamente com uma figura anteriormente ligada à empresa. Uma argumentação do ano passado sugeria que o comportamento provocador do líder nas redes sociais, a suposta propagação de uma cultura de trabalho ‘opressiva’ e sua preocupação com os ‘ataques coordenados de avaliações’ eram prejudiciais ao projeto.

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